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29/11/2021

Educação

Pivetta ameniza críticas a edital de seleção de interinos: ‘não dá para se conformar com situação

O governador em exercício, Otaviano Pivetta (sem partido), defendeu processo seletivo lançado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para contratação de professores e funcionários interinos nas escolas estaduais de Mato Grosso. O gestor amenizou as críticas de deputados da oposição, que acusaram até que o edital é copiado integralmente de um seletivo do Espírito Santo, e afirmou que é necessário adotar medidas para melhorar o ensino do estado.
O processo seletivo altera o formato de contratação de profissionais interinos que é feito há décadas em Mato Grosso, por meio do sistema de contagem de pontos.

“Se foi ‘control+C e control+V’ foi de um estado que está melhor que o nosso. Não tem nenhum problema copiarmos quem está fazendo bem feito, o que não dá é se conformar com essa situação vexaminosa que a Educação está passando”, afirmou nesta quarta-feira (03), ao reassumir a chefia do Palácio Paiaguás, que estava com a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas.

Na manhã de hoje, Pivetta e o secretário Alan Porto (Seduc) se reuniram com alguns deputados estaduais, para apresentar a proposta do Executivo e debater o tema.

De acordo com Pivetta, o Governo tem trabalhado com muita energia para modernizar o sistema educacional. “É um processo de construção e precisa muitas atitudes. Essas atitudes estão sendo tomadas. Portanto também surge muitos conflitos, é normal. Nós estamos também nos esforçando para dirimir as dúvidas e atenuar os conflitos. Que é uma área muito politizada, muito polêmica”.

“Nós estamos seguindo firme no plano de melhorar a educação, tirar a educação de Mato Grosso dessa posição vergonhosa que ela foi colocada e para isso precisa muita atitude e as atitudes estão sendo tomadas sobre a liderança do Alan que é o secretário”, completou.

Edital polêmico

Após a publicação do edital, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) chegou a fazer uma representação à Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) afirmando que havia irregularidades no edital e que ele havia sido copiado de um processo do Espírito Santo. 

Porto negou que o edital seja uma cópia e ressaltou que sempre houve uma confusão nos processos seletivos de Mato Grosso. “O processo, esse ano, dos efetivos, aconteceu 100% online, por classe e nível, não teve confusão nenhuma, foi já atribuído, já iniciou esse ano, os anos anteriores sempre acontecia uma semana antes de começar as aulas, as escolas não sabiam quais os professores que seriam atribuídos, então assim, era uma verdadeira confusão, o que nós fizemos foi organizar”.

 

 

Fonte – Olhar Direto
 

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