O piloto agrícola Marcos Vinícius da Silva, de 35 anos, morreu após sofrer queimaduras em cerca de 80% do corpo durante a explosão de um transformador elétrico em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. O acidente aconteceu no dia 28 de setembro, na Avenida Natalino João Brescansin, na região central da cidade.
Em nota, a Energisa lamenta profundamente e se solidariza com a família. A distribuidora informou está acompanhando de perto o caso e em contato com os envolvidos para prestar o apoio necessário.
Marcos passava pela calçada no momento em que o equipamento apresentou um problema e explodiu. As chamas atingiram o homem, que sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em praticamente todo o corpo.
Após o acidente, equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e encontraram a vítima em estado grave. Os militares realizaram os primeiros atendimentos no local, utilizando compressas com soro fisiológico e uma manta térmica para auxiliar no controle da temperatura do corpo.
Na sequência, Marcos foi levado ao Hospital Regional de Sorriso. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou ser intubado e permaneceu internado em estado considerado gravíssimo. Apesar dos esforços médicos, não resistiu às queimaduras.
Explosão atingiu carros
Além de ferir Marcos, a explosão do transformador também atingiu dois veículos que estavam estacionados nas proximidades. Segundo o Corpo de Bombeiros, os carros não chegaram a pegar fogo, mas foram atingidos pelo óleo que saiu do equipamento durante o incidente.
Alerta para problemas em transformadores
O Corpo de Bombeiros informou que tem registrado ocorrências envolvendo transformadores elétricos e chamou a atenção para os riscos de se aproximar desses equipamentos quando apresentam sinais de falha.
De acordo com a corporação, períodos de seca podem contribuir para o aumento do consumo de energia e, consequentemente, para uma maior sobrecarga dos equipamentos.
A orientação é para que a população não se aproxime de transformadores que estejam com problemas, emitindo faíscas, fumaça ou apresentando qualquer outra situação anormal. Nesses casos, a recomendação é manter distância e acionar o Corpo de Bombeiros ou a concessionária responsável pelo fornecimento de energia.
Felipe Coelho, Beatriz Schaffer











































