Angelica Saraiva de Sá, de 34 anos, conhecida como “Angeliquinha”, foi presa nesta quarta-feria, 22 de setembro, durante uma operação da Polícia Civil de Mato Grosso, na Bolívia. A criminosa apontada como uma das líderes da facção Comando Vermelho no estado, estava foragida há mais de um ano após fugir de um presídio, em Cuiabá.
A criminosa, considerada de alta periculosidade, está foragida do Sistema Prisional desde agosto de 2025, quando escapou do Presídio Ana Maria do Couto May. Angélica foi condenada, em 2025, a mais de 200 anos de prisão por assassinatos, ocultação de cadáver e por integrar organização criminosa.
A reportagem apurou, que a criminosa foi encontrada na cidade de Santa Cruz de La Sierra. Detalhes da operação coordenada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Gerência Estadual de Polinter e Capturas ainda não foram divulgadas.
Histórico violento
Ela ficou conhecida no mundo do crime após ordenar a execução de quatro homens em 2022. As vítimas são Jefferson Vale Paulino, de 27 anos, Alan Rodrigues Pereira, 36 anos, João Vitor da Silva, 19 anos, e Caio Paulo da Silva, 31 anos.
Os homens teriam sido identificados como integrantes de um grupo rival.
Operação contra familiares
Em março de 2026, a Polícia Civil deflagrou a Operação Showdown contra o grupo familiar de Angeliquinha. A ação mirou o pai, o genro e a filha dela (que estava grávida e teve a prisão convertida em domiciliar), todos suspeitos de integrar o esquema de tráfico de drogas, lavagem de mais de R$ 20 milhões e jogos de azar.
Daffiny Delgado/ Estadão MT













































