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15/08/2022

Geral

Grupo de alunos de Sorriso planeja suposto massacre e causa pânico em escola

O planejamento de um suposto ataque na escola estadual 13 de Maio, em Sorriso, feito por meio de um grupo intitulado “GP do massacre 13 de maio”, é alvo de investigação da Polícia Judiciária Civil (PJC), segundo confirmou o delegado André Ribeiro. O caso veio à tona nesta manhã depois que pais passaram a receber mensagens que circulam pelo WhatsApp. Assustados, muitos entenderam que fossem o recado de uma tragédia anunciada e não levaram seus filhos à instituição de ensino.

Em um dos prints que circula nas redes sociais, há mensagens de um aluno que sugere que sejam levados rojões para serem estourados na saída dos estudantes, na extensão da escola –em salas anexas ao Park Shopping Sorriso. “E levem uma faca ou facão (..). Aí você joga o rojão contra eles. Alguns vão cair desesperados e vão ser pisoteados pelos outros”, escreveu um jovem.

Pais ficaram desesperados, uma vez que na extensão da escola, onde estudam 800 alunos, o único acesso é pelas escadas, o que causaria uma grande tragédia, caso um massacre saísse do papel. Em entrevista ao Balanço Geral, o diretor da escola, Geison Coelho, informou que serão tomadas as medidas cabíveis.

“Nós estávamos desde ontem à noite já observando e verificando isso. Em um primeiro momento [o suposto massacre] seria lá na sede. Verificamos que ontem não teve nada. E hoje pela manhã nos surpreendemos. Alguns alunos fomentam essa conversa. Vamos tomar as medidas cabíveis. Em relação à escola, à questão legal, já tem algumas pessoas que estão se dirigindo à casa dos alunos para descobrirmos o que aconteceu”.

Geison sugere que os pais não levem seus filhos à escola enquanto não se sentirem confortáveis, mas garante que toda a situação será solucionada. “Nós pedimos desculpas aos pais e nós entendemos o pânico deles. Há confusão aqui e na sede e esperamos até o fim da tarde resolvermos esse problema. A polícia que já vai investigar e tomaremos as medidas cabíveis e teremos uma definição sobre esse caso”.

“Brincadeira”

O delegado André Ribeiro, que está à frente das investigações, informou que uma da PJC já foi encaminhada à escola e que, nesta tarde, serão ouvidos os alunos integrantes do grupo que organizava o ato.

“Já chegamos à conclusão que se trata de mais uma brincadeira infeliz de alunos arruaceiros querendo causar pânico numa escola. Depois da tragédia em Suzano, já ocorreram vários fatos de alunos tentando se passar e brincando com esse tipo de coisa”, disse, acrescentando que a polícia já sabe os endereços de alguns estudantes envolvidos no caso.

Conforme Ribeiro, os pais dos alunos também serão ouvidos nesta tarde. “E se comprovada a participação nessa brincadeira infeliz, os alunos serão punidos pelo tumulto causado na manhã de hoje administrativamente e criminalmente junto ao Ministério Público. Quanto aos pais dos demais alunos podem ficar tranquilos. Isso é coisa de alunos arruaceiros que fazem isso para rirem dos colegas e chamarem a atenção”.

Há poucos dias, em Ubiratã, pais e alunos também entraram em pânico após o anúncio de que um suposto massacre também ocorreria em uma escola local. Porém, tratou-se de mais uma “brincadeira” feita por jovens.

A mãe de um aluno, Michele Duarte, foi chamada pelo filho assim que ele verificou o tumulto na escola. “Achei que uma coisa dessas fora da nossa realidade porque a gente acredita que isso só aconteça em grandes cidades. A gente tem um grupo de mães da escola e ficamos bem preocupada. Meu filho me mandou mensagem para vir buscá-lo e disse que não conseguiria estudar porque a escola está bem tumulada. Os alunos estão com medo e ele me pediu para vir buscar ele”.

Outros casos

No mês passado, ocorreu um massacre em uma escola na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, no estado de São Paulo. A dupla de atiradores Guilherme Taucci Monteiro e Luiz Henrique de Castro, ambos ex-alunos, mataram cinco estudantes e duas funcionárias da escola.

Depois desse atentado, jovens também passaram a ameaçar massacres em escolas de Mato Grosso.

 

 

Fonte Portal Sorriso

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