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PARTIDOS

Partidos aliados confirmam pressão para Blairo ser candidato ao Governo

Marcia Jordan

02/04/2014 às 16:05

Partidos aliados confirmam pressão para Blairo ser candidato ao Governo
Eleições 2014
Partidos querem Blairo como candidato a Governo de MT.

Senador Blairo Maggi (PR) terá o tempo que for necessário para decidir se vai ou não disputar a eleição para o Governo do Estado. Na reunião realizada na última segunda-feira, depois de intensa pressão das lideranças de nove partidos que integram a base aliada do governador Silval Barbosa, ele pediu um tempo para meditar e avaliar a possibilidade de disputar uma nova eleição. Ganhou o tempo que pediu. Mas a pressão vai continuar para que antes de junho ele assume de uma vez por toda a candidatura ao governo do Estado.    Segundo dirigentes partidários que estiveram no encontro e foram contatados pela reportagem do portal de notícias 24 Horas News, Maggi chegou ao encontro disposta a mais uma vez afirmar que não pretende disputar nenhum cargo e que sua meta é se manter no Senado Federal. Apesar dos argumentos não conseguiu convencer ninguém.   “Todos os partidos foram unânimes em mostrar a ele as pesquisas eu estão sendo divulgadas na imprensa e a que temos de caráter interno que ele ganha a eleição no primeiro turno, que é o melhor para Mato Grosso. Isso o fez baixar a guarda e admitir que pode ser sim o nosso candidato”, disse um dos participantes do encontro. “Ele pediu um tempo para pensar, nós demos, mas vamos cobrar para que anuncie o mais rápido possível. Não podemos ficar esperando as convenções no final de junho”, justificou o líder partidário.   Os aliados chegaram a colocar em questão que o candidato a sucessor do governador Silval Barbosa sairá da base aliada do governo. PMDB-PT-PR-PSD-PP-PCdoB-PROS-PRB-PSC-PTC-PSL. Estes partidos, no entanto, não quiseram divulgar nomes. Optaram em esperar uma definição do ex-governador e agora senador Blairo Maggi.   Alguns partidos adiantaram que casa Maggi não se decida pela candidatura poderão tomar novos rumos, inclusive se aliando a oposição que tem o senador Pedro Taques (PDT) como pré-candidato ao governo. “O senador foi informado desta possibilidade e é lógico que isso preocupa, pois a meta é manter a base aliada unida nesta eleição”, disse o líder partidário.