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SHOW DE HORRORES

Alice, sexta-feira 13

Alice na cidade das maravilhas, vai ampliando o show de horrores,  acumulando mortes, caixões

Da Redação

30/06/2020 às 22:47

Alice, sexta-feira 13

Hoje mais uma vez parei pra refletir, e fico me perguntando: porque uma política de carreira, em meio a tudo que acontece no mundo, só pensa em sí mesma, abandonando todo vestígio de ética, valores humanos, princípios de vida e guiando suas ações tão somente pela sede de poder.

Claro que o poder não deve ser ruim, mas o poder pelo poder apenas,  deve ser a maior derrota de uma pessoa, porque uma vez encerrado, o que sobra?

Alice na cidade das maravilhas, vai ampliando o show de horrores,  acumulando mortes, caixões, lágrimas dos moradores e com ações precipitadas, equivocadas, em uma busca cega por ganhos políticos, só pra angariar votos em sua obsessão irracional por sua tentativa de reeleição.  

O barco está a deriva e não tem comandante, é um salve-se quem puder, e haverá salva vidas para todos?

Alice dorme em um sono profundo, num sonho absurdo de olhar para outubro ou novembro, esquecendo de acordar para o hoje, agora, já!

Alice mulher vaidosa, gosta do poder, mas não sabe o que fazer com ele, passou 3 anos e meio sem fazer nada e do nada quer provar que é capaz e que não é risonha e desastrada.

Pra quem conhece o mínimo de gestão pública e do que foi a Capital do Nortão, sabe o que poderia ser esta grande cidade se estivesse nas mãos de alguém com menos ego, vaidade e alguma competência.

Esse manto da vaidade de Alice, custa vidas, seu amadorismo custa vidas, sua pré campanha eleitoreira, custa vidas.

Uma pandemia anunciada ao mundo chegou na Capital do Nortão no início de março, anunciada por mim, mesmo sem querer em um áudio vazado de um grupo de trabalho.

Alice que vive na cidade das maravilhas direcionada por uma assessoria amadora, uma mistura de chapeleiro louco e irmãos gêmeos, segue despreparada se preocupando em desqualificar uma informação séria e chamando de FAKENEWS, notícia de utilidade pública.

A propaganda nua e crua, foi do eu cuido de você e você não cuidou nem dos seus, o primeiro caso, a primeira perda, a maior vergonha!

Na quarentena feita as pressas sem razão e pela pressão, nem os seus a obedeceram e mais uma vez gente sofreu e perdeu.

Alice continuou escondendo os fatos, os números a verdade, chamando tudo de mentira, mas quando mais morte chegaram, as contas não bateram, são muitos túmulos e nenhum respeito a vida!

Vida que se vai por falta de ambulância, num lugar onde na mesma Secretaria que está preocupada em arrecadar e não salvar, drone é contratado por 200 mil reais, um aviãozinho de parentes, que não vão salvar vidas.

O alerta, o puxão de orelha para o devido cuidado com vidas e menor preocupação com a reeleição, veio de todos os lados, até do Secretário de Estado de Saúde, de pessoas próximas e até deste colunista, mas não, Alice sonha, flutua, sublima, enquanto vidas vão se perdendo.

O Hospital de Campanha ELEITORAL, anunciado no dia 15 de junho, só anunciado, depois de tudo pronto enquanto vidas vão se perdendo, Alice descobre que o local não atende as necessidades e mais tempo se perde e mais vidas.

E cria se FAKENEWS, dizendo que tudo está no controle, controle de quem?

Lágrimas correm pelos rostos dos filhos, filhas, mães, pais... e Alice para mostrar controle, anuncia o KIT, Kitengana, cloroquina, tubaína que não existe e novamente engana pessoas que sonham com alguma esperança de sofrerem menos, chorarem menos perderem menos.

FAKENEWS, o remédio anunciado não tem em estoque, não chegaram, e as pessoas estão na fila de espera por uma UTI, as escolhas de quem vive e morre já estão sendo feitas, triste realidade que só Alice no país das maravilhas não vive.

Até os seus próximos falam, Alice é muito vaidosa, ela pensa e gosta de fotos, filmagens, propaganda, redes sociais, chat, post e muitos likes.


Talvez a menina vaidosa que não fez nada em 3 anos e meio poderia quem sabe ser reeleita ou não e parar de brincar de faz de conta, sair das redes sociais e cuidar da cidade, das pessoas, da vida, que é o bem maior que Deus deu a cada um de nós.