Estelionatário que deu golpe de R$ 2 milhões em Sinop e região é 'pego' por detetives particulares e entregue à polícia

Estelionatario-presoO estelionatário Francisco das Chagas de Faria Fortunato, de 45 anos, foi  ‘preso’ por um grupo de investigadores particulares, nesta quarta-feira à noite, em Campo Grande (MS), e entregue à Polícia Civil. Ele estava sendo procurado por aplicar cerca de R$ 2 milhões em golpes na região Norte de Mato Grosso.
 

 Algumas vítimas dos golpes aplicados contrataram detetives, que começaram a ‘caçar’ Francisco. Depois de muitos dias de campana, ele foi localizado na capital do Mato Grosso do Sul. Ao ser anunciado que seria levado à delegacia, ele não reagiu. “Chiquinho”, como é conhecido, deve ser transferido para Sinop, onde reside a maior parte das vítimas e corre uma investigação.

Segundo a polícia, o golpe mais praticado consistia em compra de gado. Chiquinho e mais dois comparsas adquiriam bois, em pequena quantidade, e pagavam a vista. Depois voltavam e compravam uma quantidade maior e também pagavam – para gerar “confiança” nos pecuaristas. Por fim, acabavam comprando uma boiada inteira e pagavam com cheques sem fundos ou clonados.
 
Francisco também é acusado de ‘sumir’ com dois carros alugados de uma empresa em Sinop. No começo do mês de julho, o representante da Yes Locadora informou, na delegacia, que o suspeito alugara uma caminhonete Chevrolet S-10 e um Fiat Uno, em dezembro de 2014. Nos meses seguintes, o denunciado pagou, com certo atraso, as mensalidades do aluguel. Porém, desde junho ele não pagava mais a locação e mudou-se de endereço, levando os dois veículos.
 
“Fomos até a sua residência, mas para nossa surpresa, constatamos que ele não residia mais no local. Ao que tudo indica, o noticiado empreendeu fuga da cidade levando consigo os veículos da empresa”, diz a notícia-crime da Yes registrada na Polícia Civil de Sinop.
 
O denunciado por estelionato é natural do Estado do Rio Grande do Norte e residia, até há pouco tempo, em Iturama, Minas Gerais. Em 2011, ele foi denunciado em um processo-crime na 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho (RO), em ação penal movida pelo Ministério Público Federal (MPF), por falsificação de documento público.

Fonte OlharDireto

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