Projeto ‘Escola Segura’ da Polícia Militar atende mais de 150 alunos em Peixoto do Azevedo

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Preparar jovens e adolescentes para um desenvolvimento social saudável e resgatar aqueles que estão em condições de vulnerabilidade é a proposta do projeto social ‘Escola Segura’, realizado em escolas estaduais de ensino médio no município de Peixoto de Azevedo (a 691 km da Capital).

Pouco mais de 150 alunos desenvolvem atividades de cidadania e civismo nas unidades. Policiais militares do 15° Comando Regional da Polícia Militar realizam periodicamente visitações e promovem atividades voltadas à preservação do ambiente escolar e sua estrutura e conscientização sobre respeito ao próximo e convívio social. Além disso, os alunos também são inseridos em algumas tarefas e recebem instruções que dão noção de ordem e disciplina.

O comandante regional, tenente coronel PM Gildázio Alves, destaca o propósito e os resultados esperados com a implementação do projeto nas escolas. Segundo ele, o projeto tem como objetivo a prevenção primária estimulando as potencialidades dos jovens e motivando a melhorar o desempenho social e educacional.

“É importante disseminar as boas práticas no ambiente escolar, nossos jovens são agentes transformadores da esperança e do amanhã. Se bem preparados, podem propagar deste conhecimento e transformar vidas, o alcance é imensurável. Além de aproximar a PM da comunidade e despertar novos olhares, investindo em prevenção colhemos bons resultados”, enfatizou o comandante.

Diretor da Escola Estadual Vinícius de Moraes, Junior Cardoso, diz que a receptividade na escola tem servido de motivação entre os alunos para novas práticas. Além disso, o diretor destaca os efeitos positivos já percebidos na rotina escolar.

“Essa parceira veio para contribuir com a educação. A inserção das atividades no cronograma escolar já apresenta mudança na atitude de alguns alunos, que se sentem motivados com a presença da polícia na nossa escola”, ressaltou o diretor.

Inicialmente, as escolas Vinícius de Moraes e 19 de Julho participam do projeto. A escolha das unidades foi feita observando os principais incidentes envolvendo jovens e adolescentes registrados no perímetro escolar. O projeto tem duração estimada de um ano.

Fonte – Assessoria

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